Não posso mais, algo morreu em mim na madrugada de quarta para quinta-feira. Se eu sobrevivi.
Fui até o fim e além, acho que agora é hora de tentar acordar as pedras com as unhas, destruir minhas mãos e minhas fíbras.
Enfim, languidamente, ainda e para sempre, cheio tudo que houve sempre aqui, mas de corpo vazio - pra abrigar isso na realidade.
Agora a vida é um aprender a conviver com o eterno ser infeliz. Não há, nunca houve mais.
Não é culpa sua, nem minha, nem dos mal entendidos da vida, nem da maldade humana. É uma sorte ruim, um infortúnio do acaso.
É um aprender a não ser. Sei lá...